segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Programa com a vereadora Fabíola Alves PSDB


Edson Corrêa, vereadora Fabíola Alves, 2ª Sgto Paulo Reis e Terapeuta Quântico João Simão
Recebemos no programa do dia 18 de fevereiro de 2017 a arquiteta, natural de Votorantim, filha de nosso ex-prefeito Erinaldo Alves da Silva a vereadora, iniciando seu terceiro mandato, Fabíola Alves da Silva Pedrico. Questionamos inicialmente, como é, qual a dificuldade de ser mãe, ser uma profissional atuante e representante do povo eleita, respondeu que não é fácil, mas que hoje se dedica mais tempo a seu cargo de vereadora, porque lhe foi confiado por 1330 munícipes de Votorantim.
Contou que por influência de seu pai, começou a participar das reuniões do partido PSDB desde os 16 anos, hoje tem uma participação ativa e trabalha para trazer mais representantes femininas.
Falou de suas expectativas frente alguns projetos que vem desenvolvendo e colocou que seu partido, PSDB, já pronunciou como oposição ao governo atual.
Explicou que esta oposição não pode ser intitulada como radical, mas irá cobrar o que precisa ser feito com mais ênfase, os projetos apresentados pelo executivo serão estudados como mais afinco, uma vez que atenda a comunidade, será aprovado, como exemplificou: no governo do PT, do prefeito Carlos Pivetta, um bom percentual dos projetos enviados para análise da Câmara, receberam aprovação.
Disse que a renovação dos vereadores da Câmara teve uma mudança expressiva, de 11 vereadores, 8 são novos, mas continua sendo a única representante da classe feminina e espera que nas próximas eleições possamos igualar melhor essa participação. Comentou que as sessões nos mandatos passados eram muito hostis, ofendendo até a nível pessoal, o que não observa neste mandato e espera que as discussões sejam frentes as ideias e não a pessoa, pois todos se colocam em trabalhar para o bem da cidade.
Torcemos que tenha um bom mandato privilegiando a comunidade em primeiro plano.

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Programa com as voluntárias do CVV – Márcia Pereira e Leila Lima

Edson Corrêa, Leila Lima, Márcia Pereira e 2º Sgto Paulo Reis
No programa do sábado do dia 11 de janeiro de 2017, conversamos com as voluntárias do Centro de Valorização da Vida de Sorocaba - CVV, Marcia Pereira e Leila Lima. Um trabalho voluntário onde dispõe 4 horas por semana à instituição CVV e exige das mesmas, um controle e técnicas emocionais, com o intuito de atender aqueles que as procuram em suas aflições e dificuldades.
Como estatísticas levantadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) no mundo a cada 40 segundos alguém comete suicídio, no Brasil a cada 45 minutos.
Informaram que o CVV foi fundado em São Paulo em 1962, é uma associação civil sem fins lucrativos, filantrópica, reconhecida como de Utilidade Pública Federal desde 1973. Em Sorocaba, o posto iniciou as atividades em 1983. Contanto hoje no Brasil com mais de 2000 voluntários distribuídos em 72 postos
Dizem que os mantenedores da estrutura, são em especial, os próprios voluntários, recebendo apoio da sociedade civil e pública.
Alertaram a necessidade de falarmos sobre o suicídio, pois somente assim estaremos conscientizando a comunidade para prestarem atenção nas pessoas, porque explicaram que todo o suicida fornece indícios antes de cometer o ato final.
Muitos motivos levam uma pessoa para achar, que a solução de seu problema é eliminar a própria vida, ou, para a resolução dos mesmos. Problemas mentais, drogas, depressão, contrariedades, perdas na vida de pessoas ou objetos, colaboram para um fim suicida. Mas elucidam que é um acumulo de fatores, e no decorrer, essas pessoas acometidas por esse estado dão indícios e, por incrível que pareça, se essas tiverem alguém para ouvi-las, muitas estariam salvas.
Disseram que é normal ao ser humano pensar em algum tempo de sua vida no suicídio, a diferença é poder extravasar suas deficiências sem serem incriminadas ou oprimidas, essa é a função do CVV, seja por qualquer canal de comunicação, existem pessoas treinadas, distribuídas durante as 24 horas do dia, inclusive no final de semana.
Disseram que hoje existe um avanço no trabalho do CVV, atendendo e fazendo reuniões mensais com aquelas pessoas que se envolveram sentimentalmente com um suicida, pois, as mesmas, carregam consigo uma grande probabilidade de serem as próximas a tentarem tirar a própria vida.
Convidaram as pessoas que se interessarem em serem voluntários, ou simplesmente, conhecer as técnicas utilizadas para abordarem pessoas que estejam com baixa estima, a participarem do curso gratuito, este, tem o prazo de oito semanas, em diversos horários.
Para o mês de fevereiro:
- Início 18/02/2017 – das 14:00 h às 18:00 h – turma de sábado.
Curso durante a semana
- Início 20/02/2017 – das 14:30 h às 16:30 h
  e  das 20:00 h às 22:00 h – turma de segunda-feira e quinta-feira
As inscrições podem ser feitas no Posto do Centro de Valorização – CVV ou nos canais de comunicação abaixo:
- Rua Dr. Nogueira Martins, 334 – Centro
- pelo telefone (15) 3232.4111 – ou 141
- pelo email sorocaba@cvv.org.br
- pelo Skype: cvvsorocaba
Maiores informações podem ser  obtidas através do site: www.cvv.org.br

Em setembro haverá um novo programa, já que neste mês há uma campanha nacional de conscientização para prevenção do suicídio.

Então, até lá!

domingo, 29 de janeiro de 2017

Programa com Murilo Piatti o jovem presidente do Grupo Juventude em Ação de Votorantim

Edson Corrêa, Murilo Piatti, sgto Paulo Henrique Reis e Terapeuta Quântico João Simão Filho


No programa do dia 28 de janeiro de 2017, recebemos em nosso estúdio o jovem, hoje com 17 anos, Murilo Piatti, presidente do Grupo Juventude em Ação de Votorantim que, com maturidade, contou-nos a atuação do grupo na cidade, este que vem trabalhando na área social, atingindo prioritariamente as crianças dos bairros periféricos da cidade.
Mencionou que hoje o grupo é composto por 37 jovens da cidade de diversos bairros, reunindo-se uma vez por mês na sede, localizada no centro de Votorantim, avenida 31 de Março, 519. E está trabalhando para criar outros grupos nas cidades da RMS (Região Metropolitana de Sorocaba).
Falou que no ano de 2016 tiveram uma atuação frente a comunidade principalmente nas datas festivas, levando às crianças, devido ao nível financeiro de sua família não terem condições de oferecer, brinquedos, doces e entretenimento. Ressaltou que neste ano quer repetir o sucesso do trabalho ocorrido no ano passado introduzindo, paralelamente, a educação, a cidadania para poderem ser membros positivos atuantes na comunidade.
Disse que um dos eventos marcantes, tendo o apoio da Prefeitura Municipal de Votorantim e da APEVO, associação dos aposentados da cidade, realizado em novembro, onde tiveram a oportunidade de homenagear 10 personalidades da etnia negra da cidade em função do dia da consciência negra.
Aproveitou e falou de sua visita à cidade de São Paulo, onde foi com políticos da cidade para conhecer algumas ações que ocorrem na capital.
Foi um bate-papo gostoso, principalmente havendo a interatividade dos ouvintes, demonstrando o carinho e reconhecimento que a cidade tem ao trabalho deste jovem e de seu grupo em benefício da cidade.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Programa com os escritores Élcio Mário Pinto e Adriana da Rocha Leite



 


No programa do dia 21 de janeiro de 2017, conversamos com o professor e escritor Élcio Mário Pinto que estará lançando em fevereiro deste ano o seu novo livro: “Pererezadas: jeito sacizeiro de ser”. Acompanhando-o esteve conosco também, sua esposa, a escritora e advogada, fundadora da Primeira Câmara de Mediação de Itapetininga, Adriana da Rocha Leite.
Sobre esse novo trabalho nos contou que é uma releitura do personagem Saci, idealizado por Monteiro Lobato, este que participa da cultura popular, desmitificando e criando novos cenários. O livro é composto por sete capítulos e, como toda boa leitura, nos leva a refletir sobre nossas ações e o modo de interagirmos com as pessoas e principalmente com a natureza.
Disse que esse novo projeto está tendo o financiamento cultural da LINC (Lei de Incentivo a Cultura) de Sorocaba e inicialmente haverá a tiragem de 1.000 exemplares.
É esperar o lançamento do livro para podermos saciar a curiosidade que ficou aguçada.
Não podíamos de deixar também de comentar rapidamente sobre a Câmara de Mediação, aproveitando a oportunidade da presença da advogada Adriana Rocha.
Então fica a dica: não perca o lançamento do novo trabalho do escritor Élcio Mário – “Pererezadas: jeito sacizeiro de ser”, previsto para fevereiro.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Missionária Maria dos Gideões da Noite

 
Edson Corrêa, Elen, Missionária Marisa, Sgt Paulo Reis e João Simão

Com simplicidade e muita fé a Missionária Marisa nos falou da necessidade de nos desprendermos de nossos preconceitos, moralidades e nos colocar nos planos traçados por Deus, atender o próximo. Ela revela que é complicado você atender uma pessoa que se perdeu por causa das drogas, mas, com fé e persistência você pode levar um novo caminho e conseguir a reestruturação, o retorno da dignidade dessa pessoa.

domingo, 10 de julho de 2016

Professor Irineu Oliveira, votorantinense, idealista.


 
Edson Corrêa, professor Irineu Oliveira, Sgto. Paulo Reis e Terapeuta Quântico João Simão Filho

Conhecemos neste programa (09/07/2016) o votorantinense, professor de história, o senhor Irineu Oliveira, muito simpático e carismático. Natural do bairro do Dominguinho, trabalhou por 10 anos na Fábrica de cimento da Santa Rita, Salto de Pirapora. Para ser promovido na empresa, conta que foi incentivado pela sua chefia em cursar o ensino superior, do qual optou por algo que gosta, História.
No futuro, habilitado, lecionou como professor de História em algumas escolas de Votorantim, dentre delas, Daniel Verano, Abimael Carlos de Campos.
Hoje se dedica nos trabalhos na internet, com um site onde agrega os comerciantes de Votorantim – www.cidadedevotorantim.com.br. Neste site conta algumas histórias da cidade e criou uma busca rápida para quem necessita de algum produto ou serviço e podem ser achados, de uma forma inteligente, no site.
Mantém, como forma de divulgação e interação com a comunidade as mídias sociais, como Facebook, Twitter, Google +. Procura enaltecer sua cidade, como também, não deixa de expor suas posições críticas à procura de resoluções a alguns problemas.
Em suma, é um cidadão que procura o bem de Votorantim e através de seu trabalho, com certeza vem conseguindo um destaque positivo.

sábado, 2 de julho de 2016

SESI de Votorantim em parceria com a POIATO RECICLA

 
Edson Corrêa, Professora Simone, empreendedor social Marcos Poiato e Sargento Paulo Reis


Neste programa recebemos um dos parceiros da Poiato Recicla, a Instituição do SESI – Serviço Social da Indústria de Votorantim, representada pela Coordenadora Sócio Ambiental, professora Simone. É indiscutível a importância desta instituição em nossa cidade, como em todas onde atua. Com uma diversidade de atividades educativas, informativas e esportivas atingindo crianças do ensino fundamental até pessoas da terceira idade.
Temos em Votorantim o maior núcleo, considerando a área administrada pela instituição.
Agora, está oficializando o apoio e parceria à Poiato Recicla, que vem desenvolvendo um trabalho diferenciado, se destacando na coleta de bitucas e transformando os seus resíduos em uma massa celulósica, que está sendo trabalhado pelas crianças que frequentam a unidade. E, esse trabalho, está sendo desenvolvido e divulgado em outras unidades fora de nossa região.



História da unidade do SESI de Votorantim

O ato solene de 4 de dezembro de 1987 marcou a abertura do Conjunto Educacional, Assistencial e Esportivo “José Ermírio de Moraes Filho”. As comemorações prosseguiram por mais quatro dias, culminando em 8 de dezembro, no aniversário de Votorantim.

Para que a cidade fosse agraciada com essa obra de grande porte houve a doação por parte da municipalidade de uma área à Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), em março de 1980. O local era conhecido como a antiga Chácara dos Japoneses.

Os parceiros foram a Prefeitura que além do terreno assumiu serviços de terraplanagem e de melhorias no entorno, o Grupo Votorantim que doou o cimento e cal necessários à obra e o Sesi (Serviço Social da Indústria) responsável pela elaboração do projeto e encarregado da construção.

Wilson Mansur trabalhou por 30 anos no Sesi, sendo o primeiro coordenador da unidade Votorantim e posteriormente supervisor regional. Ele comenta os preparativos para a inauguração.

“Bem antes, em 1970, eu havia ministrado aulas na escola João Ferreira da Silva, em Santa Helena. Depois pelo Sesi, vim novamente para cá em 1986, numa fase preparatória de recrutamento de professores e demais funcionários, com salas poliesportivas sendo equipadas e antes de abrir à comunidade já contávamos com 16 mil associados, tendo confeccionadas as carteirinhas e oferecido orientações sobre o atendimento de cada modalidade” comenta Mansur.

A inauguração contou com o presidente da Fiesp, Mario Amato; o homenageado José Ermírio de Moraes Filho, prefeitos, deputados e demais autoridades. Após a cerimônia realizada em área aberta nas dependências do Sesi, os convidados se concentraram no Salão Social para uma Sessão da Câmara, onde foi entregue o Título de Cidadão Votorantinense ao presidente Mario Amato.

“Quando terminou a parte solene tudo estava calmo, derrepente tocou uma sirene e o espaço ganhou vida. Virou uma festa maravilhosa, surgindo 600 atletas que se posicionaram nas quadras, salas, campos e piscinas, envolvidos em todas as modalidades esportivas que aconteciam ao mesmo tempo. As autoridades aproveitaram para conhecer as dependências e tiveram um almoço serviço na quadra do ginásio de esportes” se recorda o professor Mansur.

Naquele momento estava inaugurada a maior unidade do Sesi no Estado e a segunda maior no Brasil. Com a abertura dos portões ao público, em pouco tempo já havia 21 mil associados entre titulares e dependentes e 2.600 alunos inscritos em atividades semanais de esportes e lazer.

“A inauguração se estendeu por quatro dias, onde foi possível ver duas vezes ao dia performances com balonismo, shows com aviões acrobáticos e paraquedistas. Teve ainda a partida entre a Seleção Paulista de Basquetebol Feminino e a Minercal sob o comando da jogadora Hortencia, num ginásio com capacidade para 2.200 pessoas, mas que superlotou. O grande público também prestigiou no campo de futebol a chegada do Papai Noel e aos shows de Mara Maravilha e Genghis Khan” destaca Mansur.

Passadas as comemorações, o espaço se tornou referência para a interação da comunidade votorantinense e atraindo muitos frequentadores de Sorocaba. O local oferecendo muitos atrativos como um ginásio poliesportivo, um campo de futebol com arquibancada para 4 mil pessoas, duas quadras de tênis, cinco quadras externas, sendo uma de 36x50m para atender o handebol, salões para ginástica, ginástica olímpica, ballet, judô, entre outros tantos espaços. Um dos pontos mais frequentados se tornou a piscina semiolímpica de 25x18 metros e outras duas recreativas.

“A movimentação e os resultados obtidos foram possíveis graças a uma equipe de professores e funcionários bem comprometidos e alunos envolvidos. Para conduzir tudo isso era preciso a disposição de todos e muita criatividade” comenta Mansur que se envolvia nas ações numa tal maneira, que aconteceu até mesmo de terminar o expediente dele, ir para a casa e depois receber o telefonema dizendo que havia esquecido os filhos dentro do Sesi.

No início do Sesi Votorantim muitos foram os personagens, entre eles, um mascote. Era o ganso Emílio, que percorria as dependências, assistia às aulas e frequentava a entrada da sala da coordenação. Num acidente o ganso foi atropelado e veio a falecer, gerando comoção entre alunos e funcionários.

(Cesar Silva é jornalista formado pela Uniso, gestor público pós-graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (Unirio), membro da Academia Votorantinense de Letras, Artes e História e autor de dois livros sobre a história de Votorantim)

 Coluna publicada na página 12 da edição 165 da Gazeta de Votorantim de 23 a 29 de abril de 2016



SESI - História

Solidariedade social
Criado em 1º de julho de 1946, o Serviço Social da Indústria (SESI) é uma instituição aliada das empresas no esforço para melhorar a qualidade da educação e elevar a escolaridade dos brasileiros. Também ajuda a criar ambientes de trabalho seguros e saudáveis e a aumentar a qualidade de vida do trabalhador.

O SESI atua nos 26 estados e no Distrito Federal. Em todos esses anos, tem se dedicado a atender as demandas da indústria com ações que aumentam a produtividade e a competitividade e promover o bem-estar do trabalhador.

A instituição realiza suas atividades por meio do Departamento Nacional e das unidades regionais presentes em todos os estados brasileiros. O SESI promove diversos programas nas áreas de Educação e Qualidade de Vida, eventos, cursos, prêmios e mantém parcerias com várias instituições, empresas e organismos internacionais.

Bem-estar social
A década de 40 significou para o Brasil um período de adaptação às mudanças no cenário interno e externo: a deposição do presidente Getúlio Vargas, o fim da Segunda Guerra Mundial e o fortalecimento da industrialização do país. Foi uma época com perspectivas de liberdade e democracia, quando afloraram novos desafios relacionados à mudança do modelo econômico exportador de matérias-primas e de base agrária para o modelo de substituição de importações, com forte tendência à urbanização. Esse período foi marcado por revindicações relacionadas à criação de políticas sociais, à universalização da educação, melhoria do atendimento à saúde e dos sistemas de transporte e habitação.

Entre os empresários brasileiros havia o consenso de que o Brasil precisava de um instrumento de ação social, que complementasse a atuação do Estado. Em 1946, o Decreto-Lei nº 9.403, assinado pelo presidente Eurico Gaspar Dutra, atribuiu à Confederação Nacional da Indústria (CNI) a tarefa de criar, organizar e dirigir o Serviço Social da Indústria (SESI).

Para isso, foi decisiva a liderança dos empresários Roberto Simonsen, em São Paulo, e Euvaldo Lodi, no Rio de Janeiro, que se mobilizaram em torno da bandeira da promoção e integração e a solidariedade entre capital e trabalho.