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| Perito Criminal, professor, palestrante Claudemir Santos (foto da internet) |
Neste programa tivemos a participação do
Professor, Palestrante e perito criminal, Claudemir Costa Santos. A carreira de
um perito criminal não deixa de ser eletrizante porque a mesma, não traz uma
rotina. Isso costuma ser o maior atrativo para aqueles que tem o desejo de se
tornar um perito criminal. Talvez a profissão não tenha tanto glamour como nas
séries da TV (“CSI” ou “Lie to me”), mas não deixa de ser uma carreira
interessante e com várias missões diárias a serem cumpridas. Para vivenciarmos esse
mundo e podermos ter alguns conselhos de quem convive nessa esfera, convidamos O
especialista em crime de informática, O perito criminal da Polícia Científica
do Estado de São Paulo, O Votorantinense, filho do bairro da chave que:
- Possui graduação em Matemática pela
Universidade de Sorocaba (1988). Especialização em Analise de Sistemas (2004).
Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Ciência da
Computação, atuando principalmente nos seguintes temas: segurança da
informação, clipper, criptografia, segurança da informação e e-mail.
(http://www.escavador.com/pessoas/1077499)
• Perito Criminal – Secretaria de Segurança
Pública de São Paulo
• Professor MBA: Ferramentas Forenses
• Professor da Academia de Polícia –
Informática Policial
• Professor de Pós-Graduação da disciplina
Computação Forense na Universidade Castelo
Branco, Rio de Janeiro
• Professor de Pós-Graduação da disciplina
Computação Forense no instituto Keynes - Curitiba
• Professor de Pós-Graduação – Computação
Forense – MBA FIA/São Paulo
• Coordenador Senasp da disciplina Fonética
Forense da Academia de Polícia de São Paulo
Que havia participado do Comunidade em
Destaque no dia 22 de agosto de 2015 e, novamente, fomos agraciados com sua
segunda presença.
Falou que sua profissão era conhecida
antigamente como Polícia Técnica e está nessa área, crime de informática, desde
1991. Há muito estudo, dedicação para poder acompanhar o desenvolvimento da Tecnologia
da Informação, esclarecendo que na internet não existe pessoas anônimas, todos
podem ser rastreados e identificados.
Contou alguns casos, como: ameaças anônimas a
um diretor de escola e sua família, explicou que a pessoa que estava fazendo o
ataque, achou que poderia estar anônima, ressaltou que neste caso, parecia um
marginal experiente e, quando fecharam o cerco, era uma criança. Aproveitou e
falou que a mesma está respondendo na justiça, junto com seu responsável legal,
porque cometeu um crime, mesmo sendo de menor. Pedofilia, diversos casos em que
adultos fingem ser crianças para construir amizades e atrair outras crianças
para satisfazer seus prazeres.
Lembrou que na internet, na vida, devemos
seguir o que diz o apóstolo São Paulo: “Tudo
me é permitido, mas nem tudo me convém” (1 Cor 6,12). Devemos fazer na
internet o que faríamos na rua, na frente de outras pessoas, assim estaremos
evitando problemas.
Esclareceu que o direito de imagem é algo realmente
perigoso na rede, as pessoas precisam ter muito cuidado nesse ponto.
Comentou que tem uma página no Face mas não a
atualiza porque não gosta de se expor, precisamos ter esse cuidado.
Também adentrou ao tema de responsabilidade dos
pais frente a seus filhos, estes precisam ser monitorados, conhecer qual é o
seu grupo de contato, com isso, evitar surpresas desagradáveis.
Ser ético nas redes sociais, é se portar como
nos portaríamos quando olhamos frente a frente a outra pessoa, se não conversamos
com desconhecidos, o mesmo deve ser aplicado nas redes.

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