quarta-feira, 5 de abril de 2017

Programa com o Professor Silvio Fernandes

Prof. Silvio Fernandes, Edson Corrêa, 2º Sgto Paulo Reis
e o Terapeuta Quântico João Simão
No dia internacional da mentira ou, dos tolos, como também é conhecido, recebemos em nosso estúdio para falar sobre comportamento humano, sobre nossas mentiras, o Professor, Pastor e Coach, Silvio Fernandes.
Há muitas explicações sobre como foi o início, transformando o dia 1º de abril como o dia da mentira. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.
Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, definido durante o Concílio de Trento (1545 a 1563), o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.
Mas o nosso intuito, não foi falar sobre o dia, mas sobre nossas condutas. A mentira que interfere e se encontra no campo da ética e da moral.
O Professor Silvio Fernandes nos colocou diversas situações para refletirmos, afirmando que nossa cultura, faz com que mintamos para justificar quando não queremos participar de algum evento, de um compromisso e assim por diante. Comentou que em outros povos, eles simplesmente dizem sim ou não, sem a necessidade de explicar o porquê. Por exemplo: seu amigo chega prá você e convida para uma festa, você está indisposto e responde que não pode ir, pois já tem outro compromisso. Pronto, mentiu para simplesmente dizer não, e o pior, se dissermos simplesmente não, o amigo que nos convida, pode se sentir ofendido.
Nos lembrou que quando a pessoa sabe da mentira e apoia, é um cumprisse da mesma.
A mentira deve ser como um espinho na sua carne, que chega a infeccioná-la. Afirmando que a origem da mentira é o egoísmo.
O ser humano na sua natureza pecaminosa tem o livre arbítrio, uma decisão, alimentando ou não o pecado, porque quem mente, peca.
A mentira está relacionado ao medo do futuro? Perguntou João Simão. A circunstância muda nossas posições. Nós mentimos para nós mesmos, a auto mentira.
Não podemos confundir com a inspiração, que leva a motivação das pessoas, levando-as acreditar numa realidade possível.
Finalizando, o professor nos deixou um conselho: Não deixe que o mínimo espinho não te incomode, porque, quando cair num espinheiro, devido aos calos já formados, não se incomodará mais.

 

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